Câncer de testículo


A quimioterapia pode comprometer a produção dos espermatozoides.


Publicado em: março/2017


Tumores de Testículo são pouco frequentes. Em geral, representam 1% das neoplasias no sexo masculino. Os principais fatores de risco são criptorquidia (testículo que não desceu completamente até a bolsa testicular), tumor prévio unilateral, atrofia testicular, disgenesia gonadal, uso materno de estrógeno durante a gestação e histórico familiar.

 

Existem inúmeros subtipos de tumores testiculares. Os seminomas são os mais frequentes. Representam 60% dos tumores testiculares.

 

O diagnóstico é feito, em geral, pelo autoexame. Aumento do volume e da consistência do testículo. O diagnóstico é confirmado através da ultrassonografia. O tipo celular do tumor é definido após a retirada do testículo acometido.

 

Cerca de 60% dos tumores testiculares são diagnosticados ainda na forma inicial, 25% já com metástases para os linfonodos e 15% com metástases para outros órgãos.

 

As chances de cura, mesmo com a doença avançada, são animadores. No caso de doença disseminada, o tratamento compreenderá radioterapia e quimioterapia a depender das características celulares do tumor.

 

A radioterapia geralmente é seguida por cirurgia dos linfonodos retroperitoneais. Este tipo de cirurgia pode comprometer a ejaculação.

 

A quimioterapia pode comprometer a produção dos espermatozoides.


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